sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

um presente para mim.


Não é palpável e ultrapassa o valor puro e simples da intenção... é como abrir as portas e janelas de si mesmo e estendê-las ao infinito para o outro... é permitir a construção de uma ponte entre almas e generosamente dividir a descoberta de um caminho e apontar a direção.
Melhor presente não há.
.... Obrigada!



Os inocentes do Leblon
não viram o navio entrar.
Trouxe bailarinas?
trouxe imigrantes?
trouxe um grama de rádio?
Os inocentes, definitivamente inocentes, tudo ignoram,
mas a areia é quente, e há um óleo suave
que eles passam nas costas, e esquecem.

Inocentes do Leblon.
Carlos Drummond de Andrade, in Sentimento do Mundo.

4 comentários:

Anônimo disse...

nenhum presente está a tua altura, óh bela... do sorriso largo e lindo, do aroma e do gosto doce!

Manuela d`Eça Neves disse...

?

Manuela d`Eça Neves disse...

hahaha
entendi.

Nevermore disse...

bem a inocencia se vinculada a ignorancia dá um problemão, afinal não se pode alegar ignorancia da lei na alegação de inocente.