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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Conclusões sobre o omisso.

O omisso é aquele sujeito que é tão covarde que não consegue nem dar-se ao trabalho de ser mentiroso. É a pessoa que a gente acha que conhece, mas que um belo dia se traduz numa farsa com pernas. Sim, é habitual desse tipinho, ser, mostrar e fazer-se conhecer apenas até onde lhe convém… e a seleção de detalhes com permissão de expressividade muda em cada caso concreto ou pessoa alvo. O omisso é o único tipo capaz de fazer o mentiroso parecer menos pior. O mentiroso “se dispõe” ao menos a criar uma realidade fantasiosa e mesmo não conscientemente, corre o risco de ser descorberto e ter que assumir o pacote de dissimulação... mentir, no mínimo, despende mais esforço. O omisso faz pouco caso, é o duas caras… três, quatro… quantas ele escolher, dependendo apenas da fatia da sua realidade que ele permite que a outra pessoa conheça e participe. É o fulano que pode ser quem ele quiser, é um personagem, é uma mentira, assim como o é o tradicional mentiroso… mas é dono da pior forma de covardia, aquela que tenta se eximir de QUALQUER comprometimento. É a covardia do absurdo!

domingo, 18 de maio de 2008

Conclusões......

- Aquele papinho de que o mundo dá voltas, é mesmo verdade;
- Homens parecem gostar mais das mulheres que mentem;
- Quem é boa pessoa comigo, mas trata mal o garçom,
não é boa pessoa.

sábado, 12 de abril de 2008

De onde menos se espera, ela vem...

Todo es mentira en este mundo
Todo es mentira la verdad
Todo es mentira yo me digo
Todo es mentira ¿Por qué será?

Mentira - Manu Chao.